[por] Por intermédio de metodologia dedutiva, o artigo busca responder a seguinte pergunta: O TST utilizou as outras alternativas previstas na legislação para uniformização jurisprudencial quando a reforma trabalhista obstaculizou a possibilidade de criação de súmulas? Após analisar o alcance e a finalidade da reforma trabalhista em relação ao TST (dificultar a criação jurisprudencial do tribunal), bem como os efeitos do julgamento da ADI 6.188 pelo STF, o resultado da pesquisa foi que, paradoxalmente, o TST não se valeu da técnica dos recursos repetitivos e do incidente de assunção de competência, que, inclusive, são muito mais eficientes que as súmulas, na medida em que vinculam os demais graus jurisdicionais. Isso significa que o objetivo da reforma trabalhista foi atingido, a despeito da posterior declaração de sua inconstitucionalidade, na medida em que o TST adotou um modelo silencioso de julgar e, sobretudo, deixou de cumprir sua principal função que é a de uniformizar a jurisprudência trabalhista e servir como norte magnético para os demais graus jurisdicionais trabalhistas.; [eng] Using deductive methodology, the article answers the following question: did the Tribunal Superior do Trabalho (TST) use the alternatives law provided to unify jurisprudence when the labor reform limited the possibility of creating new summae? After analyzing the labor reform range and its goal regarding the TST (bring obstacles to the Court jurisprudence creation), as well as the ADI 6,188/STF effects, the research conclusion was that, paradoxically, TST did not use alternative possibilities such as

